Quedas em cheia, Usina de Marmelos, localizada no Rio Paraibuna, às margens da Estrada União e Indústria.sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Quedas, Usina de Marmelos
Quedas em cheia, Usina de Marmelos, localizada no Rio Paraibuna, às margens da Estrada União e Indústria.quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Chuvas e o Rio Paraibuna
Podemos ver nessas fotos que, depois de vários dias de chuva, o rio Paraibuna aumentou bem seu volume, e suas quedas ficaram bem mais violentas.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Vulcão “Piton de la Fournaise” entra em erupção em ilha no Oceano Índico
Vista aérea da cratera Dolomieu do vulcão Piton de la Fournaise, na ilha Reunião, nesta segunda-feira (15). (Foto: AFP).O vulcão, um dos mais ativos do mundo, entrou em erupção na ilha, que é um departamento ultramarino francês no Oceano Índico. (Foto: AFP).
O vulcão “Piton de la Fournaise” fica situado na ilha francesa da Reunião no Oceano Índico a leste de Madagáscar.
Este vulcão é um dos mais ativos do Mundo, a par com o Etna, (Sicília, Itália) o Stromboli (ilhas Eólias, Itália) ou o Kilauea (Havai).
Culmina a 2631 metros de altitude e desde 1998 tem tido uma ou mais explosões anuais de tipo efusiva.
Com um cone de 3 Km de diâmetro e uma profundidade média de 350 metros emitiu na última explosão (2 de Abril a 7 de Maio 2007) cerca de 140 milhões de m³ de lava. A atividade sismica provoca uma média 12 abalos de terra diários de magnitude 1,5 a 2 na escala de Richter.
Com um cone de 3 Km de diâmetro e uma profundidade média de 350 metros emitiu na última explosão (2 de Abril a 7 de Maio 2007) cerca de 140 milhões de m³ de lava. A atividade sismica provoca uma média 12 abalos de terra diários de magnitude 1,5 a 2 na escala de Richter.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
(ARGILA) A Cerâmica e Outros Materiais



Nosso cotidiano é banhado de materiais que a argila é mais um de seus componentes, como exemplo:
• Tijolos das paredes
• Louças de cozinha
• Vidros de janelas
• Cimento de calçadas e etc...
Mineração das Argilas:
• Na natureza existem vários depósitos de argilas, que se formaram pelo seu acúmulo, trazidas pelas águas, com o correr dos milênios. Dessas minas ou jazidas, as argilas são retiradas pelo homem para suas necessidades.
• Vários são os processos de mineração, para sua utilização posterior.
• A argila é utilizada em estado bruto em várias confecções, dentre elas estão por exemplo: objetos de cerâmica, fabricação de tijolos, e etc...
• Em outros processos podemos separá-las de outros materiais do solo em que foi retirada.
• E se necessário pode-se lavar a argila, podendo usá-la, pasta, seca ou não.
• Podemos também ter modificações químicas, uso em lama na perfuração de poços, a argila é tratada com solução de carbonato de cálcio, que permuta os íons de cálcio, deixando-a na forma sólida.
A Cerâmica e o Cimento:
• A utilização da argila na construção é muito antiga, seja cozida ao sol ou no forno.
• Atualmente a maior quantidade de argila consumida pelo homem ainda é na construção civil, tijolos, telhas, cerâmica, cimento e outros tipos de argamassa.
• No cozimento, o material perde a água, tendo a decomposição parcial da argila, fazendo com que as partículas sólidas fiquem soldadas umas na outras (o nome desse processo é sinterização).
• O baixo custo, a durabilidade e o conforto térmico, eliminam qualquer concorrente no mercado de construções.
Como se faz o cimento?
• É feito a partir de argila e pedra calcária, que é essencialmente carbonato de cálcio. Esses materiais são moídos, misturados e introduzidos em um forno de 1600º C, dependendo do forno há inserção de vapor de água e gás carbônico.
• É utilizado um forno rotatório, um grande tubo de ferro, revestido com tijolo refratário, em uma posição quase horizontal.
• O material retirado é chamado (clinquer), que após resfriado, é moído, e peneirado, resultando então no cimento.
Outros materiais que a argila é utilizada!
• Para a fabricação de tijolos refratários, usa-se argila e alumina ou óxido de alumínio.
• Também é usado nos moldes de fornos metalúrgicas, que resistem a altas temperaturas do metal derretido.
• Nos dentes, em dentes artificiais e obturações, em razão da semelhança do material e da durabilidade.
• A porcelana, são infinitas as obras, desde de século VIII, na china, com o uso do caulim tratado com urina.
• Na fabricação da porcelana, a argila é misturada com outros minerais ou rochas, quartizo, feldspato, etc...Durante seu cozimento, o material de mais baixa temperatura de fusão torna se líquido, ao esfriar, esse líquido se solidifica, formando um vidro e soldado as partículas de material sólido que não foram alterados.
• O vidro, é fabricado no forno e só depois é moldado, ainda quente. Utiliza-se, areia, carbonato de cálcio e cal.
A escolha e a reciclagem de materiais Xícara de porcelana x Copo de plástico.
• Conseqüências econômicas e ambientais surgem:
• A mineração, extração dos minerais do solo.
• A energia produzida no processo de fabricação, hidráulica ou termicamente.
• É melhor consumir matéria prima renovável, como madeira ou , não renovável, como petróleo?
• A matéria prima do plástico é o polietileno(petróleo).
• O vidro é feito principalmente da areia e carbonato de cálcio, matéria prima abundante.
• O vidro é mais pesado pois seu transporte gasta mais gasolina.
• O vidro é reutilizado, pois gasta água, energia seja ela qual for.
• O plástico é de difícil degradação ambiental, pode ser reciclado.
• Tijolos das paredes
• Louças de cozinha
• Vidros de janelas
• Cimento de calçadas e etc...
Mineração das Argilas:
• Na natureza existem vários depósitos de argilas, que se formaram pelo seu acúmulo, trazidas pelas águas, com o correr dos milênios. Dessas minas ou jazidas, as argilas são retiradas pelo homem para suas necessidades.
• Vários são os processos de mineração, para sua utilização posterior.
• A argila é utilizada em estado bruto em várias confecções, dentre elas estão por exemplo: objetos de cerâmica, fabricação de tijolos, e etc...
• Em outros processos podemos separá-las de outros materiais do solo em que foi retirada.
• E se necessário pode-se lavar a argila, podendo usá-la, pasta, seca ou não.
• Podemos também ter modificações químicas, uso em lama na perfuração de poços, a argila é tratada com solução de carbonato de cálcio, que permuta os íons de cálcio, deixando-a na forma sólida.
A Cerâmica e o Cimento:
• A utilização da argila na construção é muito antiga, seja cozida ao sol ou no forno.
• Atualmente a maior quantidade de argila consumida pelo homem ainda é na construção civil, tijolos, telhas, cerâmica, cimento e outros tipos de argamassa.
• No cozimento, o material perde a água, tendo a decomposição parcial da argila, fazendo com que as partículas sólidas fiquem soldadas umas na outras (o nome desse processo é sinterização).
• O baixo custo, a durabilidade e o conforto térmico, eliminam qualquer concorrente no mercado de construções.
Como se faz o cimento?
• É feito a partir de argila e pedra calcária, que é essencialmente carbonato de cálcio. Esses materiais são moídos, misturados e introduzidos em um forno de 1600º C, dependendo do forno há inserção de vapor de água e gás carbônico.
• É utilizado um forno rotatório, um grande tubo de ferro, revestido com tijolo refratário, em uma posição quase horizontal.
• O material retirado é chamado (clinquer), que após resfriado, é moído, e peneirado, resultando então no cimento.
Outros materiais que a argila é utilizada!
• Para a fabricação de tijolos refratários, usa-se argila e alumina ou óxido de alumínio.
• Também é usado nos moldes de fornos metalúrgicas, que resistem a altas temperaturas do metal derretido.
• Nos dentes, em dentes artificiais e obturações, em razão da semelhança do material e da durabilidade.
• A porcelana, são infinitas as obras, desde de século VIII, na china, com o uso do caulim tratado com urina.
• Na fabricação da porcelana, a argila é misturada com outros minerais ou rochas, quartizo, feldspato, etc...Durante seu cozimento, o material de mais baixa temperatura de fusão torna se líquido, ao esfriar, esse líquido se solidifica, formando um vidro e soldado as partículas de material sólido que não foram alterados.
• O vidro, é fabricado no forno e só depois é moldado, ainda quente. Utiliza-se, areia, carbonato de cálcio e cal.
A escolha e a reciclagem de materiais Xícara de porcelana x Copo de plástico.
• Conseqüências econômicas e ambientais surgem:
• A mineração, extração dos minerais do solo.
• A energia produzida no processo de fabricação, hidráulica ou termicamente.
• É melhor consumir matéria prima renovável, como madeira ou , não renovável, como petróleo?
• A matéria prima do plástico é o polietileno(petróleo).
• O vidro é feito principalmente da areia e carbonato de cálcio, matéria prima abundante.
• O vidro é mais pesado pois seu transporte gasta mais gasolina.
• O vidro é reutilizado, pois gasta água, energia seja ela qual for.
• O plástico é de difícil degradação ambiental, pode ser reciclado.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Nascente x Médio Curso do Rio Paraibuna



Ao descer a escarpa da Mantiqueira, o rio Paraibuna passa a ter uma declividade em seu alto curso. Na região compreendida entre Chapéu D’Uvas e o centro de Juiz de fora o rio Paraibuna desce devagar com pequena declividade.O Rio Paraibuna segue retilíneo dentro do município de Juiz de Fora, numa faixa de 32 Km de extensão com 4m de desnível por quilômetro.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Uma visão com base no texto: Seca X Seca. Novos Interesses, novos Territórios, novos discursos no Nordeste. (Iná Elias de Castro)
Organização do espaço Brasileiro:
A região Nordeste é uma região do Brasil com 1.558.196 km² de área e 51.609.027 habitantes, é curiosamente um pouco menor que o estado do Amazonas, com 1.558.196 km², contra 1.570.745,680 km² do estado do Amazonas e é a terceira região em área. A região possui 30.998.109 eleitores (IBGE/2002), o segundo maior colégio eleitoral do país, perdendo apenas para o Sudeste.
É a região brasileira que possui a maior quantidade de estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco (incluindo o Distrito Estadual de Fernando de Noronha), Rio Grande do Norte e Sergipe.
A região foi o palco do descobrimento durante o século XVI; Portugueses chegaram em uma expedição no dia 22 de abril de 1500, liderados por Pedro Álvares Cabral, na atual cidade de Porto Seguro, no estado da Bahia. Foi no litoral nordestino que se deu início a primeira atividade econômica do país, a extração do pau-brasil. A cidade de Salvador foi a primeira sede do governo-geral no Brasil, pois estava, estrategicamente, localizada em um ponto médio do litoral. O governo-geral foi uma tentativa de centralização do poder para auxiliar as capitanias, que estavam passando por um momento de crise. A atividade açucareira é até hoje a principal atividade agrícola da região. Cena que era comum no interior do Nordeste brasileiro, eram nordestinos fugindo da seca, devido à enorme desigualdade de renda, à grande concentração fundiária e ao problema da seca no Sertão Nordestino (agravado pela chamada "indústria da seca", que beneficia políticos e latifundiários em detrimento das massas).
Com a seca há uma migração da população para o Sudeste, em busca de melhores condições de vida.
Na década de 1990, entretanto, devido às crises econômicas e à saturação dos mercados de várias grandes cidades, a oferta de empregos diminuiu, a qualidade da educação piorou e a renda continuou mal distribuída, fazendo com que a maioria dos nordestinos que haviam migrado, fugindo da miséria, e seus descendentes continuassem com estrutura de vida precária. É mais forte e diversificada em regiões metropolitanas como a do Recife, a de Salvador e a de Fortaleza. Excetuando as capitais, tem-se a região de Campina Grande no estado da Paraíba. Destaca-se a produção de aços especiais, produtos eletrônicos, equipamentos para irrigação, barcos, chips, softwares, baterias e produtos petroquímicos, além de marcas de etiquetas famosas, calçados de couro e de lona, tecidos de todos os tipos e sal marinho e indústria automobilística. O pólo gesseiro de Araripina, em Pernambuco, é o mais importante do país, responsável por 95% do gesso consumido no Brasil.
Por ter sido palco da descoberta da primeira jazida de petróleo (em Lobato, Salvador), a região nordeste tem uma produção histórica de petróleo. O petróleo é explorado no litoral e na plataforma continental de vários estados da região e processado na Refinaria Landulfo Alves, em São Francisco do Conde, e no Pólo Petroquímico de Camaçari, ambos no estado da Bahia. Recentemente foi lançada a pedra fundamental da Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco. Os principais produtores nordestino de Petróleo são o Rio Grande do Norte (que em 1997 era o 2º maior produtor petrolífero do país), a Bahia e Sergipe, as principais bacias estão no mar. Recentemente foi descoberto petróleo em Sousa, no sertão paraibano. Destaque também para o gás natural que é abundante na região, somente a bacia Alagoas/Sergipe vai durar por cerca de 120 anos.
O Nordeste é a região mais pobre do Brasil, com os piores indicadores socioeconômicos do país como o IDH, principalmente nas áreas rurais, que sofrem nos longos períodos sem chuva. Ironicamente, durante o Brasil Colônia, quando a produção de açúcar era mais elevada, continha a região mais próspera do Brasil - a capitania de Pernambuco (juntamente com a capitania de São Vicente, foram as únicas capitanias de sucesso logo no início da exploração). Desde o fim da rentabilidade da exploração do açúcar na Zona da Mata (faixa outrora de mata atlântica, paralela ao litoral nordestino), a região entrou em decadência. Em meados do século XX passou a se recuperar num ritmo mais rápido que o Brasil, rapidamente ganhando posições em indicadores como IDH e PIB per capita. Apesar de estar avançando socioeconomicamente mais rápido que o restante do país, ainda mantém o título de mais pobre e desigual do Brasil. Atualmente a região ainda sofre com o trabalho infantil, principalmente no interior, e com a prostituição infantil nos núcleos urbanos. Assim como em boa parte do país, os problemas sociais na região Nordeste são piores nos pequenos municípios de maioria de população rural, diminuindo nas grandes cidades litorâneas.
Devido aos grandes donos de terras, que vem adquirindo terras de família e mantem esse território improdutivo por vários anos, o nordeste é mau administrado. Grandes porções de terras que servem como impenho para grandes imprestimos, e grandes latifundiários são políticos que usam a crença de um povo carente e tradicional, para se manterem no poder por várias gerações.
A região Nordeste é uma região do Brasil com 1.558.196 km² de área e 51.609.027 habitantes, é curiosamente um pouco menor que o estado do Amazonas, com 1.558.196 km², contra 1.570.745,680 km² do estado do Amazonas e é a terceira região em área. A região possui 30.998.109 eleitores (IBGE/2002), o segundo maior colégio eleitoral do país, perdendo apenas para o Sudeste.
É a região brasileira que possui a maior quantidade de estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco (incluindo o Distrito Estadual de Fernando de Noronha), Rio Grande do Norte e Sergipe.
A região foi o palco do descobrimento durante o século XVI; Portugueses chegaram em uma expedição no dia 22 de abril de 1500, liderados por Pedro Álvares Cabral, na atual cidade de Porto Seguro, no estado da Bahia. Foi no litoral nordestino que se deu início a primeira atividade econômica do país, a extração do pau-brasil. A cidade de Salvador foi a primeira sede do governo-geral no Brasil, pois estava, estrategicamente, localizada em um ponto médio do litoral. O governo-geral foi uma tentativa de centralização do poder para auxiliar as capitanias, que estavam passando por um momento de crise. A atividade açucareira é até hoje a principal atividade agrícola da região. Cena que era comum no interior do Nordeste brasileiro, eram nordestinos fugindo da seca, devido à enorme desigualdade de renda, à grande concentração fundiária e ao problema da seca no Sertão Nordestino (agravado pela chamada "indústria da seca", que beneficia políticos e latifundiários em detrimento das massas).
Com a seca há uma migração da população para o Sudeste, em busca de melhores condições de vida.
Na década de 1990, entretanto, devido às crises econômicas e à saturação dos mercados de várias grandes cidades, a oferta de empregos diminuiu, a qualidade da educação piorou e a renda continuou mal distribuída, fazendo com que a maioria dos nordestinos que haviam migrado, fugindo da miséria, e seus descendentes continuassem com estrutura de vida precária. É mais forte e diversificada em regiões metropolitanas como a do Recife, a de Salvador e a de Fortaleza. Excetuando as capitais, tem-se a região de Campina Grande no estado da Paraíba. Destaca-se a produção de aços especiais, produtos eletrônicos, equipamentos para irrigação, barcos, chips, softwares, baterias e produtos petroquímicos, além de marcas de etiquetas famosas, calçados de couro e de lona, tecidos de todos os tipos e sal marinho e indústria automobilística. O pólo gesseiro de Araripina, em Pernambuco, é o mais importante do país, responsável por 95% do gesso consumido no Brasil.
Por ter sido palco da descoberta da primeira jazida de petróleo (em Lobato, Salvador), a região nordeste tem uma produção histórica de petróleo. O petróleo é explorado no litoral e na plataforma continental de vários estados da região e processado na Refinaria Landulfo Alves, em São Francisco do Conde, e no Pólo Petroquímico de Camaçari, ambos no estado da Bahia. Recentemente foi lançada a pedra fundamental da Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco. Os principais produtores nordestino de Petróleo são o Rio Grande do Norte (que em 1997 era o 2º maior produtor petrolífero do país), a Bahia e Sergipe, as principais bacias estão no mar. Recentemente foi descoberto petróleo em Sousa, no sertão paraibano. Destaque também para o gás natural que é abundante na região, somente a bacia Alagoas/Sergipe vai durar por cerca de 120 anos.
O Nordeste é a região mais pobre do Brasil, com os piores indicadores socioeconômicos do país como o IDH, principalmente nas áreas rurais, que sofrem nos longos períodos sem chuva. Ironicamente, durante o Brasil Colônia, quando a produção de açúcar era mais elevada, continha a região mais próspera do Brasil - a capitania de Pernambuco (juntamente com a capitania de São Vicente, foram as únicas capitanias de sucesso logo no início da exploração). Desde o fim da rentabilidade da exploração do açúcar na Zona da Mata (faixa outrora de mata atlântica, paralela ao litoral nordestino), a região entrou em decadência. Em meados do século XX passou a se recuperar num ritmo mais rápido que o Brasil, rapidamente ganhando posições em indicadores como IDH e PIB per capita. Apesar de estar avançando socioeconomicamente mais rápido que o restante do país, ainda mantém o título de mais pobre e desigual do Brasil. Atualmente a região ainda sofre com o trabalho infantil, principalmente no interior, e com a prostituição infantil nos núcleos urbanos. Assim como em boa parte do país, os problemas sociais na região Nordeste são piores nos pequenos municípios de maioria de população rural, diminuindo nas grandes cidades litorâneas.
Devido aos grandes donos de terras, que vem adquirindo terras de família e mantem esse território improdutivo por vários anos, o nordeste é mau administrado. Grandes porções de terras que servem como impenho para grandes imprestimos, e grandes latifundiários são políticos que usam a crença de um povo carente e tradicional, para se manterem no poder por várias gerações.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Just In Time X Just In Case
O sistema Just-in-time freqüentemente é associado a uma política de redução de estoque de matérias-primas através da sua entrega em intervalos e lotes menores. Na fábrica, há mudanças do trabalho e do sistema de informações.
Metas;
Produzir somente os produtos necessários; Produzir com qualidade; Melhor atendimento ao cliente; Menor perda de produtos com defeito; Reduzir estoques, produtos acabados e eventualmente matérias-primas; Reduzir custos de fabricação; Reduzir o custo e o tempo de transporte.
Just-in-time, os empresários passam a investir em micros, pequenas e médias empresas, ao contrario de focar em grandes empresas. O sistema Just-in-time surgiu no Japão, na década de 60, visa reduzir funções e sistemas não necessários ao processo de manufatura, tais como retrabalho, inspeção, estoque, etc...com isso a melhoria contínua. O Just-in-time estimula o desenvolvimento de melhorias constantes, não apenas dos procedimentos e processos, mas também do homem, na empresa.
Just-in-case onde a produção em grande quantidade gera grandes lucros para os empresários, sendo que o empregado é aproveitado ao máximo, prejudicando assim seu desenvolvimento na empresa.
Just-in-case conduz a que se produza segundo a máxima capacidade de produção dos recursos, antecipando a demanda futura sob a forma de estoques. Não se desenvolvem esforços nem para balancear as capacidades nem para eliminar as variabilidades, pois o interesse é operar o tempo todo na máxima capacidade. O ritmo de produção é ditado pela capacidade excessiva do primeiro processo, que "empurra" a produção em direção aos processos sucessivos, resultando inventário consideravelmente mais alto do que o necessário.
Metas;
Produzir somente os produtos necessários; Produzir com qualidade; Melhor atendimento ao cliente; Menor perda de produtos com defeito; Reduzir estoques, produtos acabados e eventualmente matérias-primas; Reduzir custos de fabricação; Reduzir o custo e o tempo de transporte.
Just-in-time, os empresários passam a investir em micros, pequenas e médias empresas, ao contrario de focar em grandes empresas. O sistema Just-in-time surgiu no Japão, na década de 60, visa reduzir funções e sistemas não necessários ao processo de manufatura, tais como retrabalho, inspeção, estoque, etc...com isso a melhoria contínua. O Just-in-time estimula o desenvolvimento de melhorias constantes, não apenas dos procedimentos e processos, mas também do homem, na empresa.
Just-in-case onde a produção em grande quantidade gera grandes lucros para os empresários, sendo que o empregado é aproveitado ao máximo, prejudicando assim seu desenvolvimento na empresa.
Just-in-case conduz a que se produza segundo a máxima capacidade de produção dos recursos, antecipando a demanda futura sob a forma de estoques. Não se desenvolvem esforços nem para balancear as capacidades nem para eliminar as variabilidades, pois o interesse é operar o tempo todo na máxima capacidade. O ritmo de produção é ditado pela capacidade excessiva do primeiro processo, que "empurra" a produção em direção aos processos sucessivos, resultando inventário consideravelmente mais alto do que o necessário.
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Rio Paraibuna - Matias Barbosa-MG
